Sexta-Feira, 29 de Agosto de 2025
Cidades
28/08/2025 11:41:00
Chapadão do Sul lidera crescimento populacional em MS com alta de 11,66%
Dados do IBGE indicam aumento de 6,08% no número de habitantes no Estado

CGN/PCS

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Chapadão do Sul, município 281 quilômetros distante de Coxim, é a cidade que teve a maior variação na nova projeção do Censo Demográfico 2022 do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). A alta é de 11,66%, passando de 30.993 para 34.606 habitantes.

Os dados do IBGE foram publicados nesta quinta-feira (28) no Diário Oficial da União e referem-se ao total de pessoas nas unidades federativas até o dia 1º de julho de 2025. As novas projeções alteram a contagem anterior, de outubro de 2023.

Localizado na região nordeste de Mato Grosso do Sul, Chapadão do Sul começou a ser povoado na década de 1970, consolidando-se no agronegócio brasileiro. O município foi criado a partir do desmembramento de Cassilândia e Paranaíba, por meio de lei assinada em outubro de 1987.

Conforme a tabela, Costa Rica obteve o segundo maior percentual de crescimento, passando de 26.037 habitantes para 28.740, alta de 10,33%. Em seguida, está São Gabriel do Oeste, que, nos dados de outubro de 2023, contava com 29.579 habitantes e, agora, 32.207, aumento de 8,84%.

Na lista das cidades com maior índice de crescimento estão Três Lagoas (8,61%), Dourados (8,49%), Ivinhema (7,85%), Aparecida do Taboado (7,77%) e Rio Brilhante (7,53%). Os municípios estão à frente de Campo Grande, que ocupa a 9ª posição no índice de crescimento, passando de 898.100 para 962.883 habitantes, o que representa alta de 7,22%.

Pela nova projeção, Nioaque teve o menor índice de crescimento, 1%, decorrente do aumento de 13.220 para 13.354 habitantes. Os municípios que apresentaram redução, conforme o IBGE, foram Pedro Gomes (-0,45%) e Porto Murtinho (-1,08%).

O levantamento demonstra que os estados do Rio Grande do Sul e Alagoas devem ser os primeiros a apresentar redução populacional, já a partir de 2027. Em seguida, vem o Rio de Janeiro, que terá queda populacional de 2028 em diante.

O Censo é uma contagem de pessoas e domicílios, enquanto as estimativas englobam outros indicadores, como taxas de nascimento e mortalidade. Os dados servem como referência para vários indicadores sociais, econômicos e demográficos do país.

Além disso, são um dos parâmetros utilizados pelo TCU (Tribunal de Contas da União) para o cálculo dos fundos de participação de estados e municípios, por meio dos quais a União distribui recursos. (Colaborou Maria Gabriela Arcanjo).

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