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Cidades
31/07/2014 09:00:00
Criador do projeto do Aquário do Pantanal não garante término da obra neste ano
O arquiteto paulista e designer de móveis, autor de mais de 300 obras no Brasil e no exterior, está em Campo Grande para participar da mostra Casa Cor MS.

Midiamax/PCS

Criador\n do projeto do Aquário do Pantanal, no Parque das Naçõesnbsp;Indígenas,nbsp;o \n arquiteto Ruy Ohtakenbsp;ressaltou nesta quinta-feira (31)nbsp;os esforços em \n concluir a obra até o fim do ano, masnbsp;não garante que isso seja \n possível. O arquiteto paulista e designer de móveis, autor de mais de \n 300 obras no Brasil e no exterior, está em Campo Grandenbsp;para \n participarnbsp;da mostra Casa Cor MS. \n "A obra pegou um ritmo bom de uns seis meses para cá. O esforço, \n agora, é terminar a obra neste ano, mas vamos ver”, analisa o arquiteto,\n ao ser questionado sobre a meta, imposta pelo próprio governador, André\n Puccinelli (PMDB), de deixar tudo pronto este ano. \n Ohtake conta quenbsp;viaja a cada 15 dias a Campo Grandenbsp;para acompanhar o\n andamento da obra. O Aquário do Pantanal já custou aos cofres públicos,\n até agora, pelo menos R$ 124 milhões, sendo R$ 105 milhões somente a \n estrutura física.nbsp; \n A estimativa do governo é concluir onbsp;aquárionbsp;em outubro. \n Puccinelli, em váriasnbsp;ocasiões, ressaltou a meta de deixar o local \n pronto e aberto aos visitantes até o fim de seu mandato, em 31 de \n dezembro próximo. \n Cerca de 400 funcionários trabalham na obra para cumprir o prazo.\n Ao todo, o projeto terá 25 tanques, sendo seis externos, com \n capacidades variadas. \n O maior aquário de água doce do mundo foi avaliado inicialmente \n em R$ 84.749.754,23. Mas, após 16 suplementações o custo da obra deve \n passar de R$ 124 milhões. \n Para Ruy Ohtake, de 74 anos, esta é uma das obras mais \n importantes em sua carreira, já que não será apenas um local de \n visitação, mas, também, um centro de pesquisa cientifica. “É uma das \n regiões mais importantes do Brasil, por isso, procurei fazer um projeto \n que busca sintetizar o Pantanal com seus peixes, jacarés e lontras”, \n observou o arquiteto. \n Sobre algumas modificações que o projeto sofreu, e que segundo o \n governador teriam atrasado a obra, o arquiteto afirmou que as alterações\n são comuns em obras de grande porte. “De forma algumanbsp;descaracteriza a \n obra, e isso é normal, veja os estádios, por exemplo. E quando o projeto\n é forte, aguenta mais algumas modificações, eu acho que é nosso caso \n aqui”, disse. \t \t \t \t