Preço da cesta básica registra alta de 4,59% em fevereiro
Da redação/PCS
O Índice da Cesta Básica Alimentar em Campo Grande -
MS, composta por 15 itens para a alimentação diária de um trabalhador adulto,
para o mês de fevereiro deste ano, apresentou alta de 4,59% em relação ao mês
de janeiro, registrando um custo de R$ 215,34, enquanto no mês anterior foi de
R$ 205,89.
As variações acumuladas registraram, nos últimos 12 meses,
queda de 0,70%; nos últimos seis meses, alta de 2,65% e, neste ano, aumento de
7,75%. A pesquisa é elaborada mensalmente pela Secretaria de Estado do Meio
Ambiente, das Cidades, do Planejamento da Ciência e Tecnologia (Semac).
O resultado da pesquisa no mês de fevereiro apontou que
dos 15 produtos que compõem a Cesta Básica Alimentar, 12 registraram alta:
laranja (13,11%); tomate (10,63%); açúcar cristal (9,40%); feijão
(5,98%); alface (5,91%); carne (5,44%); arroz (3,94%); pães (3,60%); margarina
(3,23%); sal (2,63%); banana (1,81%) e macarrão (0,62%). Três produtos
apresentaram queda de preço: óleo (2,83%); leite (0,68%) e batata (0,36%).
A laranja está no período de entressafra, com uma menor
oferta no mercado nacional, o que ocasionou o aumento de preço (13,11%). Já a
alta no valor do açúcar ocorreu por causa da redução na produção da Índia,
maior produtor mundial. Conforme a pesquisa, o preço deve se estabilizar
elevado, sem previsão de redução.
Além da melhor qualidade da safra do feijão, houve a
recuperação no seu preço, influenciando sua alta em 5,98% no mês de fevereiro.
O aumento da produção da soja em 30% e a queda em sua cotação afetou o preço de
seus derivados como o óleo, registrando queda de preço 2,83%.
As chuvas ocorridas no período favoreceram as pastagens e,
consequentemente, houve aumento no volume da produção de leite, o que
influenciou na queda de preço 0,68%. Nos últimos seis meses, os produtos que
apresentaram maiores altas foram: açúcar cristal, alface, batata, sal e
laranja. As maiores quedas foram assinaladas para os produtos: feijão,
leite, carne e macarrão.
Em relação à renda, a pesquisa constatou que o trabalhador
que recebe um salário mínimo de R$ 510,00 comprometeu 42,22% do seu salário em
fevereiro para aquisição da cesta alimentar; enquanto em janeiro representava
40,37%, restando R$ 294,66 para atender suas outras necessidades básicas como:
água, energia, saúde, serviços pessoais, vestuários, lazer e outros.
Por fim, o trabalhador, para adquirir a Cesta, precisou
despender 92 horas e 54 minutos da sua Jornada de Trabalho mensal de 220 horas,
enquanto no levantamento anterior, em janeiro, eram necessárias 88 horas e 49 minutos.
Cesta Básica Familiar
Recomendada para uma família composta por cinco pessoas, o
Índice da Cesta Familiar de Campo Grande, em fevereiro, apresentou alta de
1,15%, fechando o mês com um custo de R$ 981,74 enquanto no levantamento
anterior foi de R$ 970,54. A variação acumulada dos últimos 12 meses foi de
2,37%, nos últimos seis meses contabilizou 1,50% e, no ano, chegou a 3,39%.
Entre os 44 produtos pesquisados que compõem a cesta familiar,
21 apresentaram alta de preços, 18 registraram queda e cinco mantiveram os
preços inalterados. Entre os 44 produtos pesquisados, 26 apresentaram alta, 15
apresentaram queda de preço e três produtos mantiveram seu preço inalterado.
No grupo alimentação, a pesquisa constatou a alta de
1,28%, em destaque: laranja (13,03%); tomate (10,71%); açúcar (9,55%); alho
(7,69%); alface (5,92%); feijão (5,90%); carne (5,44%); abobrinha (5,36%);
arroz (3,89%) e pão (3,56%). Os produtos que apresentaram queda foram: mamão
(10,26%); cebola (4,73%); trigo (3,20%); óleo (2,70%); fubá (2,26%); queijo
(1,52%); manteiga (0,94); leite (0,68%); batata (0,36%) e doces (0,36%). Os
produtos que não registraram alteração de preços foram: pão doce e peixe.
Com o final da safra do tomate e sua baixa disponibilidade
no período, elevou o seu preço em 10,71%. O aumento da área plantada do mamão e
sua boa produtividade elevaram sua oferta no mercado interno gerando queda de
preço. Devido à safra e importação, houve uma oferta elevada da cebola, que
registrou queda.
O grupo higiene pessoal registrou uma variação negativa de
0,29%. O produto que registrou queda foi: papel higiênico (13,27%). Os produtos
que acusaram altas foram: absorvente (8,39%); dentifrício (2,19%); lâmina de
barbear (2,04%). Sabonete não registrou alteração de preço. Já o grupo limpeza
doméstica apresentou uma queda de 0,54%, destacando os seguintes produtos:
detergente (4,49%); cera em pasta (2,22%); sabão em barra (1,49%) e sabão em pó
(0,58%). Os produtos que apresentaram alta de preço foram: desinfetante
(4,08%); esponja aço (2,88%) e água sanitária (2,26%).
Em termos de renda versus salário mínimo, a pesquisa
verificou que houve um comprometimento de 38,50% do valor total da renda
familiar, considerando cinco salários mínimos (R$ 2.550,00) para atender uma
família composta por cinco pessoas.
O Índice da Cesta Básica Alimentar em Campo Grande -
MS, composta por 15 itens para a alimentação diária de um trabalhador adulto,
para o mês de fevereiro deste ano, apresentou alta de 4,59% em relação ao mês
de janeiro, registrando um custo de R$ 215,34, enquanto no mês anterior foi de
R$ 205,89.
As variações acumuladas registraram, nos últimos 12 meses,
queda de 0,70%; nos últimos seis meses, alta de 2,65% e, neste ano, aumento de
7,75%. A pesquisa é elaborada mensalmente pela Secretaria de Estado do Meio
Ambiente, das Cidades, do Planejamento da Ciência e Tecnologia (Semac).
O resultado da pesquisa no mês de fevereiro apontou que
dos 15 produtos que compõem a Cesta Básica Alimentar, 12 registraram alta:
laranja (13,11%); tomate (10,63%); açúcar cristal (9,40%); feijão
(5,98%); alface (5,91%); carne (5,44%); arroz (3,94%); pães (3,60%); margarina
(3,23%); sal (2,63%); banana (1,81%) e macarrão (0,62%). Três produtos
apresentaram queda de preço: óleo (2,83%); leite (0,68%) e batata (0,36%).
A laranja está no período de entressafra, com uma menor
oferta no mercado nacional, o que ocasionou o aumento de preço (13,11%). Já a
alta no valor do açúcar ocorreu por causa da redução na produção da Índia,
maior produtor mundial. Conforme a pesquisa, o preço deve se estabilizar
elevado, sem previsão de redução.
Além da melhor qualidade da safra do feijão, houve a
recuperação no seu preço, influenciando sua alta em 5,98% no mês de fevereiro.
O aumento da produção da soja em 30% e a queda em sua cotação afetou o preço de
seus derivados como o óleo, registrando queda de preço 2,83%.
As chuvas ocorridas no período favoreceram as pastagens e,
consequentemente, houve aumento no volume da produção de leite, o que
influenciou na queda de preço 0,68%. Nos últimos seis meses, os produtos que
apresentaram maiores altas foram: açúcar cristal, alface, batata, sal e
laranja. As maiores quedas foram assinaladas para os produtos: feijão,
leite, carne e macarrão.
Em relação à renda, a pesquisa constatou que o trabalhador
que recebe um salário mínimo de R$ 510,00 comprometeu 42,22% do seu salário em
fevereiro para aquisição da cesta alimentar; enquanto em janeiro representava
40,37%, restando R$ 294,66 para atender suas outras necessidades básicas como:
água, energia, saúde, serviços pessoais, vestuários, lazer e outros.
Por fim, o trabalhador, para adquirir a Cesta, precisou
despender 92 horas e 54 minutos da sua Jornada de Trabalho mensal de 220 horas,
enquanto no levantamento anterior, em janeiro, eram necessárias 88 horas e 49 minutos.
Cesta Básica Familiar
Recomendada para uma família composta por cinco pessoas, o
Índice da Cesta Familiar de Campo Grande, em fevereiro, apresentou alta de
1,15%, fechando o mês com um custo de R$ 981,74 enquanto no levantamento
anterior foi de R$ 970,54. A variação acumulada dos últimos 12 meses foi de
2,37%, nos últimos seis meses contabilizou 1,50% e, no ano, chegou a 3,39%.
Entre os 44 produtos pesquisados que compõem a cesta familiar,
21 apresentaram alta de preços, 18 registraram queda e cinco mantiveram os
preços inalterados. Entre os 44 produtos pesquisados, 26 apresentaram alta, 15
apresentaram queda de preço e três produtos mantiveram seu preço inalterado.
No grupo alimentação, a pesquisa constatou a alta de
1,28%, em destaque: laranja (13,03%); tomate (10,71%); açúcar (9,55%); alho
(7,69%); alface (5,92%); feijão (5,90%); carne (5,44%); abobrinha (5,36%);
arroz (3,89%) e pão (3,56%). Os produtos que apresentaram queda foram: mamão
(10,26%); cebola (4,73%); trigo (3,20%); óleo (2,70%); fubá (2,26%); queijo
(1,52%); manteiga (0,94); leite (0,68%); batata (0,36%) e doces (0,36%). Os
produtos que não registraram alteração de preços foram: pão doce e peixe.
Com o final da safra do tomate e sua baixa disponibilidade
no período, elevou o seu preço em 10,71%. O aumento da área plantada do mamão e
sua boa produtividade elevaram sua oferta no mercado interno gerando queda de
preço. Devido à safra e importação, houve uma oferta elevada da cebola, que
registrou queda.
O grupo higiene pessoal registrou uma variação negativa de
0,29%. O produto que registrou queda foi: papel higiênico (13,27%). Os produtos
que acusaram altas foram: absorvente (8,39%); dentifrício (2,19%); lâmina de
barbear (2,04%). Sabonete não registrou alteração de preço. Já o grupo limpeza
doméstica apresentou uma queda de 0,54%, destacando os seguintes produtos:
detergente (4,49%); cera em pasta (2,22%); sabão em barra (1,49%) e sabão em pó
(0,58%). Os produtos que apresentaram alta de preço foram: desinfetante
(4,08%); esponja aço (2,88%) e água sanitária (2,26%).
Em termos de renda versus salário mínimo, a pesquisa
verificou que houve um comprometimento de 38,50% do valor total da renda
familiar, considerando cinco salários mínimos (R$ 2.550,00) para atender uma
família composta por cinco pessoas.