Vacinação contra nova gripe começa nesta segunda em todo o Brasil
G1/PCS
Começa
nesta segunda-feira (8) a primeira etapa da campanha nacional de vacinação
contra o vírus influenza A (H1N1). Até o dia 19 de março, profissionais da
saúde e povos indígenas que vivem em aldeias serão imunizados contra a nova
gripe.
O
Ministério da saúde estima que, nesta primeira fase, 1,9 milhão de
trabalhadores de serviços de saúde e 566 mil índios sejam vacinados. A
vacinação será gratuita e dividida em cinco etapas, conforme o público-alvo
(veja tabela abaixo).
O
calendário é o mesmo em todo o Brasil, e os locais e horários de vacinação
serão definidos pelas secretarias de saúde de cada estado. Para ser vacinado é
necessário pertencer a algum grupo indicado pelo ministério. É preciso levar ao
posto de vacinação o RG e a carteirinha de vacinação. O medicamento é
contra-indicado a quem tem alergia a ovo.
CALENDÁRIO
DE VACINAÇÃO CONTRA A GRIPE A (H1N1)
8 a 19 de março
Profissionais
da Saúde
Médicos,
enfermeiros, recepcionistas, pessoal de limpeza e segurança, motoristas de
ambulância, equipes de laboratório e profissionais que atuam na investigação
epidemiológica.
8 a 19 de março
Povos
indígenas
População
que vive em aldeias. A
vacinação será realizada em parceria com a Funasa (Fundação Nacional de
Saúde).
22
de março a 2 de abril
Gestantes
Mulheres
grávidas em qualquer período de gestação. As mulheres que engravidarem depois
de 2 de abril podem tomar a vacina até 21 de maio.
22
de março a 2 de abril
Pessoas
com problemas crônicos com até 60 anos de idade
Serão
vacinadas as pessoas com os seguintes problemas:
• Obesidade grau 3 - antiga obesidade mórbida (crianças; adolescentes e
adultos);
• Doenças respiratórias crônicas desde a infância (exemplos: fibrose cística,
displasia broncopulmonar);
• Asmáticos (formas graves);
• Doença pulmonar obstrutiva crônica e outras doenças crônicas com
insuficiência respiratória;
• Doença neuromuscular com comprometimento da função respiratória (exemplo:
distrofia neuromuscular);
• Imunodeprimidos (exemplos: pacientes em tratamento para aids e câncer ou
portadores de doenças que debilitam o sistema imunológico);
• Diabetes mellitus;
• Doença hepática (exemplos: atresia biliar, cirrose, hepatite crônica com
alteração da função hepática e/ou terapêutica antiviral);
• Doença renal (exemplo: insuficiência renal crônica, principalmente em pacientes
com diálise);
• Doença hematológica (hemoglobinopatias);
• Pacientes menores de 18 anos com terapêutica contínua com salicilatos
(exemplos: doença reumática auto-imune, doença de Kawasaki);
• Portadores da Síndrome Clínica de Insuficiência Cardíaca;
• Portadores de cardiopatia estrutural com repercussão clínica e/ou
hemodinâmica (exemplos: hipertensão arterial pulmonar, valvulopatias,
cardiopatia isquêmica com disfunção ventricular).
22
de março a 2 de abril
Crianças
entre seis meses e dois anos de idade incompletos (23 meses).
Elas
devem receber meia dose da vacina e, depois de 21 dias, poderão tomar a outra
meia dose.
5 a 23 de abril
População
de 20 a
29 anos
Qualquer
pessoa nessa faixa etária.
24
de abril a 7 de maio
Idosos
com problemas crônicos (mais de 60 anos de idade).
O
período coincide com a vacinação de idosos para a gripe comum. Quando eles
forem tomar a vacina, receberão também imunização contra o vírus influenza A
(H1N1) caso tenham algum destes problemas:
• Obesidade grau 3 - antiga obesidade mórbida (crianças; adolescentes e
adultos);
• Doenças respiratórias crônicas desde a infância (exemplos: fibrose cística,
displasia broncopulmonar);
• Asmáticos (formas graves);
• Doença pulmonar obstrutiva crônica e outras doenças crônicas com
insuficiência respiratória;
• Doença neuromuscular com comprometimento da função respiratória (exemplo:
distrofia neuromuscular);
• Imunodeprimidos (exemplos: pacientes em tratamento para aids e câncer ou
portadores de doenças que debilitam o sistema imunológico);
• Diabetes mellitus;
• Doença hepática (exemplos: atresia biliar, cirrose, hepatite crônica com
alteração da função hepática e/ou terapêutica antiviral);
• Doença renal (exemplo: insuficiência renal crônica, principalmente em
pacientes com diálise);
• Doença hematológica (hemoglobinopatias);
• Pacientes menores de 18 anos com terapêutica contínua com salicilatos
(exemplos: doença reumática auto-imune, doença de Kawasaki);
• Portadores da Síndrome Clínica de Insuficiência Cardíaca;
• Portadores de cardiopatia estrutural com repercussão clínica e/ou
hemodinâmica (exemplos: hipertensão arterial pulmonar, valvulopatias,
cardiopatia isquêmica com disfunção ventricular).