Presidente Lula assina decreto que assegura o direito à alimentação
Da Redação/PCS
O
presidente Luiz Inácio Lula da Silva assina, às 18h desta quarta-feira (25), em
Brasília, o decreto que institui a Política Nacional de Segurança Alimentar e
Nutricional.
O documento define forma de gestão, financiamento, avaliação e
controle social e busca assegurar o direito à alimentação adequada e saudável
em todo o país, conforme prevê a Constituição Federal e a Lei Orgânica de
Segurança Alimentar e Nutricional (Losan).
Essa
política – iniciativa inovadora que visa fortalecer as estratégias de combate à
fome – vai articular e integrar programas de diversos setores, garantindo o
acesso aos alimentos e à água, e respeitando os aspectos regionais, étnicos e
culturais. Um dos focos de prioridade são os brasileiros em situação de
insegurança alimentar. Os principais programas que a compõem são o Programa de
Aquisição de Alimentos, o Programa Nacional de Alimentação Escolar, o Programa
Cisternas e as iniciativas de fortalecimento da agricultura familiar
No
decreto presidencial, também consta a forma de adesão de Estados, municípios e
entidades ao Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, que, entre
outras medidas, estimulará a integração de esforços de governos e sociedade na
gestão intersetorial e participativa para a execução de políticas que promovam
o direito à alimentação. A assinatura faz parte das atividades da XVIII Reunião
Plenária do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea).
Estarão presentes todos os conselheiros e observadores, além dos presidentes de
conselhos estaduais.
A
presidente da Câmara Interministerial de Segurança Alimentar e Nutricional e
ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), Márcia Lopes, e o
presidente do Consea, Renato Maluf, também participam do evento. A solenidade
contará com a presença de ministros, governadores e representantes de
organismos internacionais, como a Organização das Nações Unidas para a
Alimentação e Agricultura (FAO).
Fome
Zero – O governo federal, por meio da estratégia Fome Zero, priorizou as
políticas voltadas para o combate a fome e a garantia do direito humano à
alimentação. Criou os Programas de Aquisição de Alimentos (PAA), a Rede de
Equipamentos Públicos de Alimentação e Nutrição e ampliou significativamente o
investimento público, levando praticamente à universalização programas como o
Bolsa Família, o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) e o Programa
Nacional de Apoio a Agricultura Familiar (Pronaf).
O
Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan) foi criado para
dar maior institucionalidade, maior integração dos programas, articular as três
esferas de governo e garantir maior participação e controle social. O resultado
dessas ações, principalmente a partir do MDS, fez o Brasil tornar-se referência
mundial no combate à fome.
Este
ano, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi condecorado pela Organização
das Nações Unidas (ONU) com o título de “Campeão Mundial na Luta Contra a
Fome”. Em 2009, durante a Cúpula Mundial da Alimentação, em Roma, o país também
foi premiado pela ONG Action Aid com o primeiro lugar entre os países em
desenvolvimentos na mesma iniciativa.
Com informações da Assessoria do Ministério
2 Comentários
Sebastião Francisco Garcia Fernandes
Beneficiário |
31/08/2010 10h18
|
unicobra@ibest.com.br
Mal sabe o homem que Deus o Criador do Céu e da Terra, do Mar, das Fontes das Aguaguas e de tudo que neles há, que concedeu o Dom de riquezas a muitos, para que fossem distribuídos através dEles (os abençoados) para abençoarem os pobres e humildes da terra; mas como: dando emprego, oprtunidades de trrabalho, não saqueando o trabalho do jornaleiro. Mas o homem retém tudo para sí proprio, com egoísmo de querer mais e mais. Ocorre que estamos próximos do fim dessa pratica, e tudo esta sendo julgado, um a um, as suas obras, e próximo virá o desespero de muitos destes ou daqueles que praticaram tais fatos. Esse Decreto que decreto que assegura o direito à alimentação, é vindo em boa hora.
Zezinho
vigia bancário |
26/08/2010 17h10
Coxim |
não tenho
Lula, porque só agora, no apagar da luz, fim do tão triste 8 anos, reconhecimento da ONU pode ser comprado ou adquirido por alguma obras, tenho medo pelos meus filhos, daqui 15 anos, terá que pagar esta conta. E PELO DINHEIRO QUE É INVESTIDO NA MERENDA E AJUDA AOS "POBRES", DARIA PARA FORNECER CONDIÇÃO DE EMPREGO PARA OS MESMOS, NÃO PRECISANDO DE ESMOLA PARA COMER. VEM DILMA??? MAS ZECA NÃO!!!!