Dólar fecha a R$ 1,75 e cede 0,4% na semana; Bovespa tem alta de 2,42%
Folha/LD
As
notícias positivas da economia americana influenciaram o dia de alta das Bolsas
e de queda nos preços da moeda americana que, no entanto, respeitou o piso informal
de R$ 1,75 nas operações desta sexta-feira.
Hoje,
os agentes financeiros reagiram às duas notícias mais importantes da semana:
primeiro, o PIB americano, que cresceu menos entre o primeiro e segundo
trimestre, mas ainda surpreendeu positivamente economistas, que esperavam um
quadro ainda pior. E o presidente do banco central americano, Ben Bernanke, que
sinalizou, conforme as expectativas de muitos, que pode tomar medidas para
evitar que a economia desse país caia numa deflação (recuo generalizado e prolongado
de preços e salários).
Nesse
contexto, o dólar atingiu R$ 1,762 como a cotação máxima do dia, mas desceu até
R$ 1,750 nas últimas horas, encerrando o expediente na taxa de R$ 1,753, o que
significa uma queda de 0,5% sobre o fechamento anterior.
Nas
casas de câmbio paulistas, o dólar turismo foi cotado por R$ 1,870, em baixa de
0,53%.
A
Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) avança 2,42%, aos 65.415 pontos. O giro
financeiro é de R$ 4,54 bilhões. Nos EUA, a Bolsa de Nova York sobe 1,56%.
JUROS
FUTUROS.
No
mercado futuro de juros, que serve de referência para o custo dos empréstimos
nos bancos, as taxas projetadas ficaram ligeiramente mais baixas nos contratos
mais negociados.
No
contrato para outubro deste ano, a taxa prevista recuou de 10,67% para 10,66%;
no contrato para janeiro de 2011,
a taxa projetada cedeu de 10,70% para 10,69%; e no
contrato para janeiro de 2012,
a taxa prevista subiu de 11,33% para 11,40%.
Os
números são preliminares e estão sujeitos a ajustes.