Durou
pouco o reinado do Bugatti Veyron como o carro mais caro do Salão de São Paulo.
O modelo, que custa R$ 7,7 milhões e até esta terça-feira (26) ostentava o
título, perdeu para o Pagani Zonda R.
O
superesportivo foi anunciado à imprensa no segundo dia do evento com o preço de
R$ 10 milhões pela importadora Platinuss. Apenas dez unidades foram produzidas
e o Brasil recebeu o sétimo exemplar, que ainda espera por um dono.
O
carro de competição – ele não está homologado para circular nas ruas – quebrou
na pista de Nürburgring, na Alemanha, a antiga marca estabelecida há três meses
pela compatriota Ferrari 599 XX.
O
Zonda R percorreu os 22 km
do circuito em 6 minutos e 47 segundos (marca que está estampada nas portas),
ante os 6 minutos e 58 segundos da “macchina” italiana. De acordo com a
fabricante, o motor AMG Mercedes-Benz de 750 cavalos empurra o modelo da
italiana Pagani de 0 a
100 km/h
em apenas 2,7 segundos.
Carro sueco de R$ 6 milhões
A Platinuss apresentou também no Salão outro carrão milionário, o Koenigsegg
CCXR E100 Platinuss Special, feito pela marca sueca especialmente para a
importadora e que está à venda por R$ 6 milhões. Sob o capô está um motor V8
4.7 feito para beber 100% de etanol no país. O bloco bicombustível ganhou 82
cavalos de potência e gera agora 1.100 cv.
Os
números permitem que a aceleração de 0 a 100 km/h seja feita em 2,9 segundos e que o
modelo atinja os 415 km/h.
Outro
destaque da empresa foi o holandês Spyker C8 Aileron Coupé, que foi mostrado
apenas como versão conceitual. O motor é um Audi V8, totalmente em alumínio,
com 400 cv. Os preços irão variar de R$ 990 mil a R$ 1,2 milhão, dependendo da
configuração.