O
número de mortos pelo terremoto e o posterior tsunami do dia 11 de março no
nordeste do Japão aumentou neste domingo para 12.985, ao mesmo tempo em que
outras 14.809 pessoas continuam desaparecidas, segundo a último apuração
policial.
Além
disso, em mais de 2.300 refúgios temporários continuam evacuadas mais de 153
mil pessoas provenientes em sua maioria das províncias de Miyagi, Iwate e
Fukushima, as mais devastadas pela catástrofe.
Em
Miyagi, os mortos chegam a 7.929 e há 6.578 pessoas sem localizar, enquanto em
Iwate há 3.783 mortos e 4.804 desaparecidos e em Fukushima as vítimas mortais
são 1.211 e os desaparecidos 3.423.
A
maioria dos corpos achados até o momento foi identificada, enquanto o jornal
"Asahi" informou que mais da metade dos falecidos com identidade
confirmada eram maiores de 65 anos.
Nas
zonas rurais do nordeste japonês moravam um grande número de idosos, que foram
surpreendidos pelo tsunami devido a suas dificuldades para se deslocar.
A
proporção de idosos de 65 anos nas províncias de Fukushima, Miyagi e Iwate
ronda os 25%, o que mostra como o desastre tirou a vida da população de mais
idade.
Segundo
o canal de televisão "NHK", o número de mortos poderia aumentar, já
que as autoridades locais ainda não puderam calcular o número exato de
desaparecidos em algumas zonas afetadas no litoral.