A britânica Sofia Taylor, de 22 anos, recusou-se a
acreditar no resultado de um exame de ultra-som durante a gravidez:
o coração do bebê havia parado de bater. Ao invés de tomar as pílulas abortivas
que recebeu no Royal Sussex County
Hospital, em Brighton (Reino Unido), Sofia, resolveu esperar pelo
próximo exame dali a oito dias. “Eles me disseram para me livrar do bebê, mas
depois de três crianças, eu sabia como era se sentir grávida”, disse Sofia, que
tem mais três filhas, ao jornal britânicoThe Sun.
A intuição da mãe estava certa: no teste seguinte, foi
comprovado que a criança estava viva. Seis meses depois do incidente, com
Bella-Mae nos braços, a mãe não cansa de repetir. “Ela é o nosso pequeno
milagre.” A criança, que tem 15 dias de vida, nasceu prematura e após alguns
dias recebeu alta.
Os pais da menina, segundo noticiou o jornal, foram bem atendidos pelo hospital
durante o parto, mas, obviamente, continuam chateados com o erro cometido pela
instituição.