O
ator Reynaldo Gianecchini deve deixar o Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, ainda nesta
sexta-feira (26), segundo a assessoria de imprensa do próprio hospital. A
assessoria, entretanto, não soube informar o horário que o ator deve receber
alta.
O
ator foi diagnosticado com linfoma não-Hodgkin de células T, um tipo mais raro
de câncer que afeta os linfócitos (células de defesa). O início do tratamento
foi adiado devido a um sangramento durante a introdução do cateter venoso
central no sábado (20). Ele iniciou as sessões de quimioterapia na
segunda-feira (22).
A presidente
Dilma Rousseff também teve um linfoma não-Hodgkin. A doença foi diagnosticada
em abril de 2009 e ela se submeteu a um tratamento no mesmo hospital. O tumor
de Dilma foi retirado para ser avaliado e, de acordo com a equipe médica,
exames posteriores detectaram que ele era o único foco da doença no organismo.
Ela passou por tratamento de quimioterapia preventiva para evitar o surgimento
de novos nódulos. Em setembro do mesmo ano, os médicos disseram que ela estava
“livre de qualquer evidência de linfoma”.
O
ator estava em cartaz com a peça “Cruel”, que estreou em 27 de junho no Teatro
Faap, na Zona Oeste de São Paulo. No comunicado de cancelamento, a assessoria
disse que, após uma faringite crônica, o ator “foi tratado com antibiótico que
resultou grave reação alérgica”.