A III Conferência Estadual de Políticas para as Mulheres de Mato
Grosso do Sul será realizada neste sábado (22), no Centro de Convenções Rubens
Gil de Camillo, no Parque dos Poderes, em Campo Grande, MS.
A subsecretária de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres da
Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República, Aparecida
Gonçalves, fará a palestra Magna de Abertura do evento com o tema "O
fortalecimento da autonomia econômica, social, cultural e política das
mulheres".
Cerca de 400 mulheres, entre delegadas, observadoras e convidadas
- representantes dos movimentos sociais e do governo - vão debater durante a
conferência, o fortalecimento da autonomia econômica, pessoal, cultural e
política das mulheres, considerando a realidade local, as culturas e identidades
específicas das mulheres sul-mato-grossenses.
A conferência é realizada pela Subsecretaria da Mulher e da
Promoção da Cidadania, em parceria com a Coordenadoria Especial de Políticas
Públicas para a Mulheres e o Conselho Estadual da Mulher.
Debates
No período da tarde, as conferencistas vão se reunir em quatro
grupos de trabalho para discutir assuntos, como a Autonomia econômica e social:
igualdade no mundo do trabalho e desafios do desenvolvimento sustentável; a
Autonomia cultural; a Autonomia pessoal; e a Autonomia política,
institucionalização e financiamento de políticas públicas para as mulheres.
Serão incorporadas em todas as discussões dos grupos, as dimensões de raça,
classe, gênero e da livre orientação e liberdade sexual de todas as mulheres.
Para a 3ª Conferência Nacional, serão encaminhadas 20 propostas
prioritárias, votadas pelas delegadas na etapa estadual.
Mato Grosso do Sul elegerá 51 delegadas para participar da etapa
nacional que acontece de 12 a
15 de dezembro, em Brasília.
Primeira Etapa
As conferências municipais e regionais envolveram 27 municípios do
Estado que tiveram como base de discussão a elaboração e/ou o
fortalecimento de planos municipais de políticas para as mulheres; a criação e
fortalecimento de organismos de políticas para as mulheres; e a ampliação da
Rede de Atendimento à Mulher com a criação de delegacias especializadas,
centros de referência e casas-abrigo.