Os
cerca de 5 milhões de alunos que participam hoje do segundo dia de exame do
Enem devem ficar atentos às exigências feitas para a redação. Fugir do padrão
significa zerar nesse quesito.
O
texto dissertativo deve ter entre 7 e 30 linhas. Não abordar o tema proposto
leva à anulação dessa prova. Os candidatos devem chegar às 12h ao local de
prova, pois os portões serão fechados às 13h.
Neste
domingo serão cinco horas e meia para resolver 90 questões de matemática e
linguagens, além da redação.
O
estudante deve levar documento de identidade original e caneta esferográfica de
cor preta. A recomendação do Inep (instituto do MEC que aplica o Enem) é que o
estudante chegue às 12h no local da prova, horário em que as portas são
abertas.
Se
utilizados pelos candidatos, os trechos de textos das questões objetivas não
entrarão no cômputo de linhas nem serão considerados na correção da redação.
Desenhos também serão descartados e podem levar à anulação da redação.
Nos
últimos anos, educadores e estudantes têm criticado o sistema de correção dos
textos. Nesta edição, o Inep (instituto que aplica o exame) alterou o processo.
Antes,
cada redação era corrigida por dois avaliadores. Uma terceira avaliação só era
feita se as notas tivessem mais de 500 pontos de diferença, numa escala de 0 a 1.000. Agora, a correção
extra será feita a partir de 300 pontos de discrepância.
Na
prova objetiva, o estudante deve manter a opção feita na inscrição em relação à
língua estrangeira -se optou por inglês, não poderá mudar para espanhol hoje.