O
líder máximo das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), conhecido
como "Alfonso Cano", morreu na Colômbia, informou na sexta-feira (4),
à Agência Efe uma fonte do Ministério da Defesa do país.
Embora
a fonte não tenha detalhado nem a data nem o local da morte de Guillermo León
Sáenz, verdadeiro nome de "Alfonso Cano", se especula que inclusive
sua morte teria acontecido há duas semanas, mas só agora foi confirmada
plenamente a identidade do rebelde.
Horas
antes de se confirmar a morte do líder máximo das Farc, se especulou que ele
estivesse ferido como resultado de um bombardeio a um acampamento desta
guerrilha no sudoeste do país.
O
ministro da Defesa colombiano, Juan Carlos Pinzón, disse anteriormente em
entrevista coletiva que em uma ofensiva contra "Alfonso Cano" foram
capturados quatro guerrilheiros, entre eles seu chefe de segurança, conhecido
como "El Índio Efraín".
Nessa
operação, realizada na Salvajina (departamento de Cauca), também morreram um
operador de rádio e a suposta companheira de "Cano".
A
morte do líder máximo das Farc aconteceu depois da de Luis Edgar Devia,
conhecido como "Raúl Reyes" em março de 2008 em território
equatoriano, e a de Víctor Julio Suárez Rojas, conhecido como "Jorge
Briceño Suárez ou Mono Jojoy", em setembro de 2010, na Serranía de La Macarena, no sul do
departamento de Meta.
"Alfonso
Cano" assumiu o comando das Farc após a morte de Manuel Marulanda Vélez
conhecido como "Tirofijo".