Domingo, 25 de Dezembro de 2011         08h42        176
Reinaldo, Fábio Trad e Giroto são os melhores de MS no ranking da Veja
CGNews/PCS
Alessandro Moretti
 <b>Reinaldo, Fábio Trad e Giroto são os melhores de MS no ranking da Veja
Reinaldo Azambuja (à dir) é o primeiro no ranking, seguido por Fábio Trad (esq) e Edson Giroto (centro).
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Apenas três dois oito deputados federais aparecem no ranking dos melhores parlamentares, segundo estudo divulgado pela revista Veja. Pelo levantamento, Reinaldo Azambuja (PSDB-MS) é o melhor deputado de Mato Grosso do Sul e o 72º melhor parlamentar do País. O segundo melhor parlamentar de MS é Fábio Trad (PMDB-MS) e o terceiro é Edson Giroto (PMDB-MS)

O levantamento, em relação ao Senado, coloca Waldemir Moka (PMDB-MS) na terceira posição e o senador Delcídio Do Amaral (PT) no 12º lugar entre 22 que foram pontuados. Na Câmara Federal, o levantamento listou os 200 melhores. O senador Antonio Russo (PR) não aparece na lista porque assumiu depois do recesso e o estudo avaliou o ano todo.

Em relação ao levantamento sobre o desempenho dos deputados, Reinaldo Azambuja divide a posição com outros três parlamentares que obtiveram a mesma nota, 5,1. São eles Chico Alencar (PSOL-RJ), Felipe Bornier (PSD-RJ) e Vilalba (PRB-PE).

O ranking da revista Veja foi elaborado junto com o Necon (Núcleo de Estudos sobre o Congresso) do Iesp-Uerj (Instituto de Estudos Sociais e Políticos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro).

O critério para a emissão das notas, segundo a Veja, levou em conta como os parlamentares se posicionaram com palavras e votos em relação a questões consideradas vitais em tramitação na Câmara Federal e no Senado, já que outro ranking também avaliou o desempenho dos senadores.

Para a elaboração da pesquisa, a análise tomou como premissa excluir parlamentares envolvidos em escândalos ou de reputação duvidosa.

E para a emissão da nota, o estudo levou em conta oito temas que em 2011 foram afetados por 54 projetos de lei e medidas provisórias mais relevantes. A importância foi atribuída ao conteúdo e se as matérias precisaram ser votadas ou objeto de pedido de urgência aprovado até setembro de 2011.

Cada uma das 54 proposições foi, então, classificada como “favorável” ou “desfavorável”, de acordo com seu impacto positivo ou negativo sobre os oito grandes eixos definidos previamente, explica a revista.

Os assuntos selecionados foram carga tributária menor e sistema tributário mais simples; infraestrutura; qualidade de gestão pública; combate à corrupção; qualidade da educação; marcos regulatórios estáveis aplicados com transparência por agências independentes; diminuição da burocracia e equilíbrio entre os três poderes.

Com os pontos definidos, o levantamento analisou o posicionamento dos parlamentares em relação a cada tema e quais foram suas proposições.

Segundo a Veja, para aferir a atuação dos parlamentares, a Necon escolheu o número de pareceres em relatoria, apresentação de emendas, posicionamento em votação nominal e pronunciamento em plenário e comissões, atribuindo seu impacto em relação aos oito eixos.

A cada critério foram atribuídos diferentes pesos. Conforme a publicação, “pareceres receberam peso 4, pois são a base da tomada de decisão; as emendas, peso 3, porque por meio delas o parlamentar pode influenciar partes específicas do projeto. O voto em plenário tem peso 2, pois naquela fase o deputado ou senador, por fidelidade partidária, já não tem força individual para influenciar a matéria. Finalmente, os pronunciamentos têm peso 1, pela ineficiência da retórica nos atuais processos legislativos no Brasil”.

As proposições que exemplificam a montagem do ranking, segundo a Veja, foram o “parlamentar cuja atuação favoreceu a aprovação da lei que determinou a fixação do salário mínimo (SM) por decreto presidencial”, os que ajudaram a “derrotar a Emenda 29, cujo texto recriaria a CPMF, o “imposto do cheque”.

Também ganhou pontos, ainda conforme a publicação, o parlamentar “que, mesmo derrotado, atuou contrariamente à aprovação do projeto do TAV, o “trem-bala” que deverá ligar Campinas ao Rio de Janeiro. O estudo considerou que o projeto do TAV “é um investimento caro que vai inibir gastos mais efetivos em infraestrutura que são urgentes: em metrôs e aeroportos”.

Por fim, ganhou pontos o parlamentar “cuja atividade contribuiu para a aprovação do cadastro positivo, medida que disciplina a formação e a consulta a bancos de dados com informações financeiras de pessoas e empresas, diminuindo o custo dos empréstimos para os bons pagadores”.

  3 Comentários

  marcio  mecanico  |   26/12/2011   00h35
    |  
Olha estes cidadões ja vieram em coxim, lembro q foi para ganhar uns votos, porem, acredito q voltarão a lembrar de coxim na proxima eleição

  FRED    |   25/12/2011   14h06
    |  
QUE SIRVA PARA ESFREGAR NA CARA DOS CRÍTICOS DO AZAMBUJA.

  '    |   25/12/2011   10h01
    |  
Imaginem os piores...

 

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