Segunda-feira, 26 de Dezembro de 2011         07h03        104
Jornais britânicos registram que PIB do Brasil passou o do Reino Unido
G1/PCS
Reprodução
 <b>Jornais britânicos registram que PIB do Brasil passou o do Reino Unido
"Daily Mail" exaltou a queda britânica no ranking dos maiores PIBs do mundo
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O Brasil ultrapassou o Reino Unido e conquistou o posto de sexta maior economia do mundo, de acordo com pesquisa publicada pelos principais jornais britânicos nesta segunda-feira (26). É a primeira vez que o país europeu fica atrás de uma nação sul-americana, destaca o Daily Mail.

O crash bancário de 2008 e a subsequente recessão foram fatores determinantes para a queda do Reino Unido, segundo o The Guardian. A publicação ainda destaca que a América do Sul tem crescido a partir das exportações para a China e Oriente.

"O Brasil tem batido os países europeus no futebol por um longo tempo, mas batê-los na economia é um fenômeno novo", comparou Douglas McWilliams, CEO do Centro de Economia e Pesquisa de Negócios (CEBR, em inglês), consultoria responsável pela pesquisa.

"O poder de penetração do Brasil como um todo ultrapassou a Grã-Bretanha por causa do enorme potencial econômico das pessoas que ali vivem, disse ao Daily Mail o ex-conselheiro de política econômica do governo britânico, Peter Slowe. "O Brasil tem uma variedade de recursos naturais para contar, bem como do petróleo e minerais na Amazônia", acrescentou.

Os Estados Unidos encabeçam a tabela atual dos países com os maiores PIBs, à frente de China, Japão e Alemanha.

Previsão de Mantega
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse na quinta-feira (22) que o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2011 deve ficar entre 3% e 3,5%.

De acordo com o ministro, o Brasil terminará este ano como o sexto maior PIB mundial, com US$ 2,4 bilhões. Ele informou que o país conseguirá ultrapassar a Itália e ficará atrás dos Estados Unidos, China, Alemanha, Japão e França.

Em 2010, o Brasil foi a sétima maior economia do mundo. Para 2012, o BC estima um crescimento de 3,5%, enquanto o ministro da Fazenda prevê uma expansão entre 4% e 5%.

 

 

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