Universidades particulares que aderiram ao programa de
financiamento estudantil do governo federal (Fies) podem reduzir o número de
alunos atendidos, caso não recebam repasses atrasados de R$ 500 milhões
referentes a matrículas nos últimos dois anos.
Segundo a Fenep (Federação Nacional das Escolas Particulares), o
problema começou em 2010, quando o programa foi ampliado e a administração da
verba migrou da Caixa para o Mec.
Em 2010, o Fies custeava 224 mil alunos; em 2011, mais de 150 mil
aderiram.
O governo reconhece que pode haver alguma demora no pagamento, mas
nega que o valor seja tão alto.
Parte da lentidão, diz, pode ser culpa das próprias instituições,
que ainda não se acostumaram com os novos ritos e demoram a fornecer dados dos
alunos.
A reportagem completa está na edição desta quarta-feira da Folha.